7 Cantos do Mundo

Trilha Salkantay para Machu Picchu: F.A.Q.

Depois de ler o Guia Outdoor para Machu Picchu e ter decidido que Salkantay será a sua trilha para a Cidade Perdida dos Incas, chegou a hora de organizar sua trip. E com o planejamento, vem as dúvidas. Abaixo, respondo as perguntas mais frequentes, ou F.A.Q.

Leia também o relato desta experiência: Salkantay intimista: o antes, o durante e o depois

1. Qual é a melhor época para fazer a trilha?


Entre abril e novembro, que são os meses mais secos. A época de chuva na região vai de dezembro a março.

2. Eu preciso reservar o trekking com antecedência?


Não. Diferentemente da trilha Inca Clássica, a trilha Salkantay não tem limite de pessoas por dia para fazê-la. Tem inúmeras agências de turismo em Cusco que realizam este trekking, a maioria com saídas diárias. Fechando o passeio pessoalmente você consegue um valor melhor do que se reservar do Brasil. Pode ir tranquilo(a) que você não corre o risco de ficar sem vaga.

3. Quais os números mínimo e máximo de pessoas no grupo?


Eles confirmam a saída do dia com um mínimo de 5 pessoas, se não me engano, e é muito difícil não atingir este número, pois eles juntam pessoas de diferentes agências. A agência com a qual fechei me disse que não iriam mais do que 10 pessoas no grupo. Porém, no dia de saída havia cerca de 30 pessoas, quer foram divididas em dois grupos.

4. Alguma agência para recomendar?


Eu fechei com a agência indicada pelo meu amigo peruano chamada Rasgos del Perú. Ela fica dentro do próprio Hostel Pariwana (que também foi uma recomendação dele). Não era a agência mais barata de todas, fui pela recomendação mesmo. Porém, eu considerei o serviço apenas ok, sem nada de excepcional. Se quiser fechar com ela, vai fundo, vai dar tudo certo. Mas se tiver tempo e paciência, sugiro também pesquisar um pouco mais, pois acredito ser possível conseguir o mesmo serviço por um preço mais em conta. Afinal, acredito que o percurso percorrido seja o mesmo por todas, e não sei se os serviços oferecidos podem diferir tanto assim.

5. Quanto custa o trekking de 5 dias?


Os preços variam muito (mesmo) de agência para agência. Apenas do que eu vi, é possível encontrar valores tão díspares como US$ 185 e US$ 800. Eu paguei US$ 250, includindo ingresso de subida à Montaña Machu Picchu e volta de trem num horário mais cedo, para não chegar em Cusco de madrugada.

Algumas variáveis que justificam os preços mais altos são: o tipo de acomodação no 4º dia em Águas Calientes (aqueles pacotes de muitas centenas de dólares incluem hotéis mais luxuosos, enquanto os mais econômicos incluem hostel ou hospedagem simples) e o horário do trem da volta de Águas Calientes a Ollantaytambo (horários mais “convenientes” são mais caros). Não sei dizer quais outras coisas poderiam variar (tipo de comida que é servida? qualidade de equipamentos?) para mudar tanto assim os valores. Nessas horas vale a pena perguntar tudo, tudo mesmo, antes de fechar o trekking.

6. Os pacotes padrões já incluem ingresso de subida a HuaynaPicchu e/ou montanha Machu Picchu?


Não. Estes devem ser adquiridos separadamente, ao custo de US$ 12 (HuaynaPicchu) e US$ 12 (Machu Picchu). Verificar disponibilidade para HuaynaPicchu com antecedência, pois há um limite de 400 pessoas por dia, o que faz esgotar as entradas rapidamente.

7. Qual o itinerário do trekking de 5 dias?


04h00 – Saída de Cusco em van

06h30  Chegada em Mollepata (2.800 m) para café-da-manhã

08h00  Início da caminhada

17h00 – Chegada ao acampamento Soraypampa (3.880 m)

06h00 – Saída de Soraypampa (3.880 m) para caminhada

10h00 – Chegada em Abra Salkantay (4.630m)

17h00 – Chegada ao acampamento Colpapampa (2.900 m)

07h30: saída de Colpapampa (2.900 m) para caminhada

13h00 – Chegada em Santa Teresa para almoço e tempo ocioso de descanso

15h00/16h00 – Saída de Santa Teresa em ônibus para acampamento (1.550 m)

17h00 – Ida a banhos termais em ônibus

19h00 – Volta ao acampamento

08h00 – Saída de Santa Teresa (1.550 m) para caminhada ou tirolesa

12h00 – Chegada à hidrelétrica para almoço

13h00 – Saída para caminhada rumo a Águas Calientes (2.000 m)

17h00 – Chegada em Águas Calientes

04h30 – Saída de Águas Calientes para caminhada até checkpoint na entrada do parque

05h00 – Subida a pé até Machu Picchu (ou ônibus – US$ 19 ida e volta)

06h00 – Chegada à entrada de Machu Picchu

Até 17h00 – Caminhada ou ônibus para voltar a Águas Calientes

Horários variáveis – Trem de Águas Calientes para Ollantaytambo

Horários variáveis – Ônibus de Ollantaytambo para Cusco

8. Qual o tamanho ideal de mochila?


Uma mochila de 35-45 litros é mais que suficiente para os 5 dias. Usei uma 35+10L, mas tinha gente com mochilas menores e que também sobreviveram. Independente do tamanho da mochila, vale lembrar que ela deve ter no máximo 10% do seu peso. Calcule bem o que vai levar para não se sobrecarregar. Lembre-se: caminhar em altitude exige mais do seu corpo.

9. Eu que vou carregar a minha mochila?


Sim. Porém, a agência permite uma cota de 5 kg por pessoa para ser levado nos cavalos/mulas nos 3 primeiros dias (altitudes maiores e muitas subidas). Uma sugestão é colocar objetos que você não vai precisar durante o dia em um saco de lixo e levar nos (pobres coitados) cavalinhos. Colocar numa segunda mochila pode te complicar no 4º dia, quando você for carregar todas as suas coisas.

 OBS: Acredito que deva ser padrão das agências ter esta mamata do cavalo, mas não custa nada verificar antes de fechar o pacote, né?

Cavalos e mulas de carga na trilha Salkantay - Peru

10. Preciso ter/levar equipamentos para acampar?


Não. A agência se responsabiliza por levar barracas e colchonetes, e você pode alugar o saco de dormir com eles também (em média US$ 20 por 5 dias). Mas claro que você pode preferir levar o seu saco de dormir pessoal e um isolante térmico (o colchonete que eles fornecem não é um excelente isolante).

11. Quero levar meu saco de dormir pessoal. Precisa ser para temperaturas negativas?


De preferência. Principalmente na primeira noite, existe sim a chance da temperatura baixar para menos de 0°C. A segunda noite é fria, mas menos, e a terceira já é bem mais agradável. A quarta noite é em hospedagem em Águas Calientes (=cama!).

 OBS: alugar o saco de dormir pode ser uma vantagem aqui, pois no 4º dia eles já recolhem os sacos logo pela manhã, e você não tem este peso a mais para carregar.

12. O que está incluído no pacote da agência?


  • Guia bilíngüe: inglês e espanhol
  • Traslados: Van de Cusco a Mollepata (1º dia) | Trem de Águas Calientes a Ollantaytambo (5º dia) | Ônibus de Ollantaytambo a Cusco (5º dia)
  • Cavalos: carregamento das barracas, alimentos e 5 kg de cada passageiro nos 3 primeiros dias
  • Alimentação: 4 cafés da manhã | 4 almoços | 4 jantares (café da manhã do 1º dia, almoço e jantar do 5º dia são à parte)
  • Ingresso: Machu Picchu

13. A volta de Águas Calientes de trem é obrigatória?


Não. Você pode optar por dormir uma noite a mais em Águas Calientes. e voltar no dia seguinte a pé novamente pela linha do trem até a hidrelétrica.

14. Vou passar fome?


Não! Você não vai acreditar como eles conseguem fazer comidas tão gostosas e caprichadas em cozinhas tão simples e improvisadas no meio do nada.

  • Café da manhã: pão, manteiga, geléia, café (solúvel), leite (em pó), chá, achocolatado; especial em 2 dias: panqueca com banana, frutas, leite com aveia, iogurte;
  • Almoço e jantar: entrada, sopa, prato principal (arroz, quinua, frango/carne, legumes, ovos, etc); tem opções vegetarianas;
  • Café da tarde: leite, café, chá, achocolatado com pipoca ou pasteizinhos.

15. Devo levar lanchinhos?


Sim. Apesar da comida ser boa e suficiente nas refeições, caminha-se muito até chegar aos acampamentos de almoço/janta; barrinhas de cereais, frutas secas, biscoitos, castanhas, etc ajudam bastante a disfarçar a fome e dar aquela energia.

16. Preciso levar água para os 5 dias ou consigo comprar no caminho?


As duas opções são possíveis. Porém, acredito que um meio termo seja o ideal, pois levar água para 5 dias significa muito peso extra no começo, e deixar para comprar apenas no caminho vai te deixar ligeiramente mais pobre (como era de se esperar, eles abusam no preço da água nas “lojinhas”). O ideal é partir com água suficiente para 1 ou 2 dias, e: 1) comprar garrafas grandes no caminho ou 2) pegar água onde puder e tratá-la com Clorin (pastilhas purificadoras à base de cloro).

17. Onde dormimos? Tem banheiro? E chuveiro?


Acampamentos nos dias 1 a 3, e hospedagem simples (ou hostel) no dia 4. Em todos os acampamentos há banheiro (não exatamente limpos, sem luz e sem papel higiênico). Tem chuveiro apenas no dia 2 (ao custo de S/10; é quente até o gás do botijão acabar); no dia 3 é possível tomar banho no local dos banhos termais; no dia 4, a hospedagem oferece banheiro e chuveiro.

Acampamento Soraypampa - Trilha Salkantay - Peru

Acampamento Soraypampa

18. O trekking é realmente difícil? Eu preciso ser atleta/estar super em forma para conseguir realizá-lo?


Fácil não é, mas não é um absurdo. Digo isso como pessoa que faz exercícios regularmente, mas que não é super atleta. Acredito que uma pessoa completamente sedentária possa sim ter dificuldades e ficar um pouco para trás, pois o grupo anda num ritmo bom e a altitude faz muita diferença no nosso fôlego. Tem muita subida nos dias 1 e 2, o que exige muito do coração e das coxas e panturrilhas, e muita descida nos dias 2 e 3, o que exige muito dos joelhos (e, no meu caso, dos tornozelos). Mas não se deixe abalar por isso! O caminho é perfeitamente factível por qualquer pessoa que esteja motivada e disposta. Se serve de incentivo, no meu grupo havia um casal inglês de quase 60  anos – que caminhava num ritmo melhor que o meu, diga-se de passagem.

Trilha Salkantay - Dia 1

OBS: no dia 2, eles oferecem a opção de pagar um cavalo para subir até os 4.630m (Abra Salkantay), caso você sinta que não vai dar conta; mas eu sugiro você se desafiar e encarar essa subida a pé, te garanto que o gostinho de chegar lá em cima será muito melhor 😉

19. Que tipo de roupa devo levar? Quantas?


  • Camisetas dryfit: São leves e secam rápido. Uma para cada dois dias;
  • Segunda pele: Primeira camada de roupa, junta ao corpo, de material sintético especial. Uma blusa e uma calça;
  • Calças-bermuda: São ideais, duas estão OK. Mas podem ser também uma calça e uma bermuda;
  • Anorak: Jaqueta impermeável e corta-vento, totalmente indispensável!
  • Meias para caminhada: Um par para cada dois dias.

 

Para não esquecer nada na hora de arrumar a mochila para o seu trekking, confira aqui a LISTA-CORINGA completa

20. E que tipo de tênis?


Botas! Botas para trekking, sem dúvida. O terreno é bastante acidentado e instável, e você não quer estragar o seu passeio com um pé torcido, certo? Lembre-se de amaciá-la um tempo antes de iniciar a trilha, pois bota nova = bolhas. Meias próprias para trekking são muito bem vindas também (2 pares).

21. Faz muito frio?


Sim. Mas não o tempo todo. Na verdade, passei calor na maior parte do tempo (até porque estamos sempre caminhando, né?). Segundo minha experiência (meados de outubro), foi o seguinte: dia 1) calor de dia e muito frio à noite (possivelmente com temperaturas negativas); dia 2) frio de dia e de noite; dias 3 e 4) calor de dia e agradável à noite; dia 5) calor de dia.

22. Devo levar dinheiro vivo? Quanto?


SimVocê vai precisar comprar água nas “lojinhas” do caminho (preço médio de S/8-10 por 1,5L), onde também é possível comprar biscoitos, chocolates, refrigerantes etc. Lembrando que no dia 5 o almoço e o jantar não estão incluídos. No 4º dia, você pode optar por fazer tirolesa, caso não tenha fechado previamente com a agência (US$ 30, ou S/90, mas pechinchando-se é possível conseguir por US$ 20, ou S/60). Considerando os altos preços praticados nas “lojinhas” e em Águas Calientes/Machu Picchu, a tirolesa e as gorjetas, eu levaria no mínimo S/200.

23. É costume dar gorjeta à equipe do trekking?


Sim. O guia pediu cerca de S/40 para os cozinheiros e S/10 para os carregadores (que acompanham os cavalos), por cabeça. No fim, as pessoas do meu grupo deram S/10 e S/10 cada um, e fizemos uma vaquinha de S/10 também para o próprio guia (justo, né?).

Trilha Salkantay - Dia 2

GRATIDÃO 

Data da trip: Outubro de 2014.
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Sobre a autora Ver todos os posts Site da autora

Laura Sette

Sou paulistana, bióloga, viciada em viagens, trilhas, livros e café, curiosa incansável e nerd assumida. Considero-me uma eterna aprendedora, e estou em constante busca da minha melhor versão. Acredito no poder transformador do autoconhecimento, e que, com amor e verdade, somos capazes sim de mudar o mundo! Moro atualmente na Dinamarca, como parte do grande plano de conhecer os 7 Cantos do Mundo.

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30 ComentáriosDeixe um comentário

    • Na verdade, a dificuldade é apenas psicológica, pois não é exigido nenhum esforço físico significativo. Dá um medinho na primeira travessia, mas a partir da segunda vc já fica mais confiante. Claro que a tirolesa não é obrigatória no roteiro, mas eu super recomendo! A sensação de “voar” de um morro a outro é muito gostosa! 😀

  • Adorei o texto! Ajudou muito! Quanto ao saco? Vc acha ok levar um de máxima 7, média 4 e limite -12? Mais frio que isso os sacos são enormes! Vou em outubro também, estou com muita dúvida. E a bota, precisa ser impermeável? Ou só resistente à água resolve?

    • Que bom, Nicoly, valeu!
      O meu saco é quase isso tbm: conforto +3, e até que deu conta mais ou menos (é que eu que sou muito friorenta! hehe). Pq só uma noite que é fria mesmo, as outras são bem mais amenas. Invista em segunda pele na sua “roupa de dormir” que acho que com este saco vc tá bem! Quanto à bota, eu sempre acho melhor ser impermeável. Eu dei muita sorte com o tempo, não peguei chuva nas caminhadas, mas acho que temos sempre que contar com o pior cenário, né? E caminhar com o pé molhado não é legal! Boa sorte! 🙂

  • Muito bom e esclarecedor Laura!

    Porém tenho algumas dúvidas que acredito que possa me ajudar.

    O ingresso a Machu Pichu e a HuaynaPicchu consegue na hora lá também junto com a Trilha? A agência consegue providenciar os ingressos? Pergunto por causa da limitação de entradas. Você adquiriu os ingressos com antecedência? Quanto tempo de antecedência?

    Agradeço se puder me ajudar nesse quesito!

    • Olá, Clauidinei!
      Sim! Os ingressos para as montanhas Machu Picchu e HuaynaPicchu não estão incluídos no pacote normal, mas vc pode pedir para incluir no momento que fechar com a agência. Eu fiz isso em Cusco mesmo. Adquiri o passeio todos (trilha Salkantay + subida à montanha Machu Picchu) tipo uns 3 dias antes de começar a trilha hehe Vale ressaltar que não tinha mais ingresso para HuaynaPicchu quando fechei. De qualquer modo, se vc for na alta temporada, sugiro verificar com mais antecedência.
      Espero ter ajudado! Abraço

  • Oi Laura. Eu e meu namorado iremos em Maio para fazer a Salkantay. Não reservamos ainda e teremos apenas dois dias para fazer isso lá. Não é muito arriscado ir sem reservar com alguma agência? Chegaremos dia 23 e o programado seria sair dia 25 para que os dias fechem exatos. Não sei se tu vai poder ajudar nesta dúvida, mas fico um pouco tensa de não ter a reserva antecipada.
    Obrigada!

    • Oi, Júlia! Sinceramente, eu acho que não é arriscado não. A oferta de agências é BEM grande! Eu fui quase que nem vcs, acho que tinha um dia a mais – e fechei a trilha no mesmo dia que cheguei em Cusco (cheguei de manhã), na própria agência do hostel, sem nenhum problema. Mas assim, se isso for tirar o teu sono, dá uma sondada em algumas agências antes de ir e tals… mas é quase certo que se vc pagar antes, vai acabar pagando mais. Daí só é bom estar ciente disso, pra não se sentir mal por ver preços menores pessoalmente.. hehe Ajudei ou compliquei? rs beijos

  • Olá, adorei o blog e está me ajudando bastante. Só uma dúvida, tenho lido que em Machu Picchu são 2.500 visitantes por dia e que é bom comprar os ingressos com certa antecedência. Estou indo para o Peru em Julho agora e a ideia é fechar a trilha de Salkantay por Cuzco mesmo. Dúvida: preciso comprar os ingressos de Machu Picchu pela internet antes ou já estão inclusas na trilha? Não corro o risco de ficar sem?

    • Oi, Vitor! Os ingressos estão incluídos no pacote da trilha. Mas julho é alta temporada, então de repente vale a pena você entrar em contato antes de ir com algumas agências para verificar isso – se vc corre o risco de ficar sem ou não (eu acho que não, mas sei lá, melhor garantir, né?). Boa trip! Abraço

  • Estou aqui googleando dicas pra fazer a mochila pra Salkantay (e pra entender a aventura que aceitei de olhos fechados), e me identifico muito com a autora! Prazer, bióloga, carioca que adotou São Paulo, amo viajar, conhecer o mundo e suas culturas! Quem sabe a gente não se esbarra num bom café por essa cidade, pra rir bastante ? 😉

    • Oi, Suelen! Eu não sei te dizer com certeza se eles chegam a “fechar” a trilha em alguma época do ano, mas eu acho que não. Acho que no máximo você corre o risco de pegar mais chuva hehe se não se importar com isso, acho que tudo bem 🙂 Abraço!

  • Oie Laura!
    Puxa, há algum tempo venho pesquisando relatos sobre trilhas pra Machu Pichu exatamente neste perfil…trilhando fora do “turista preguiçoso”, rs! E de verdade já tava desistindo de achar um bom relato até que encontrei o seu blog lendo sobre sua postagem dos 7 cantos do mundo…e achei esta sua trip! Muito show, é exatamente o que estava buscando e o que pretendo fazer já que vou sozinha. Parabéns pelo relato objetivo e ao mesmo tempo rico em detalhes. Seu blog é muito bom e pretendo continuar seguindo suas aventuras! Gratidão!!! 🙂

    • Oi, Flávia,
      Fiquei tãão feliz com o seu feedback, nossa! Muito obrigada! Que bom que o post te ajudou na parte prática, e que bacana que você vai sozinha! Essa foi minha primeira grande viagem sozinha, e por isso também foi muito especial. Espero que assim também o seja para você 🙂 Sigamos explorando esse mundão! Grande beijo e boa viagem!

      • Tenho certeza que será especial! Desde que descobri o montanhismo e a escalada, conhecer os 7 cantos do mundo, como vc já está fazendo, também é um sonho que renasceu e vem crescendo a cada dia! Quem sabe um dia nos cruzamos em alguma aventura neste mundão! 😉

        • Que demais, Flávia! O trekking/montanhismo também me ajudou a “enxergar” meu sonho e, principalmente, ter a coragem de persegui-lo. Isso aí, continuemos explorando, e oxalá nos encontremos por aí! 😉 beijos!

  • Olá, Laura. Tudo bem?
    Muito obrigado pelas dicas. Gostei bastante do site.
    Me diga uma coisa: é obrigatório fechar com agência/guia pra fazer a trilha? Há a possibilidade de irmos por conta própria? (lógico que com muito preparo físico, mapas, equipamentos, etc.)
    Grato! 🙂

    • Olá, Luis Felipe!
      Eu *acho* que não é obrigatório; já ouvi falar de pessoas que fizeram por conta própria. Não me lembro de nenhum tipo de ponto de controle (como num parque nacional, como ocorre no Monte Roraima, por exemplo), então acredito que entendendo de navegação, tendo os equipamentos necessários, etc etc você consiga ir sim. Mas é só um palpite meu, ok?
      Obrigada pela visita! 🙂 Abraço

  • Oi Laura,
    Eu e meu esposo faremos Salkantay em Abril/2018 e fiquei com uma dúvida com relação a logística: se “despacharmos” as mochilas nos cavalos/mulas e ficarmos com uma mochila de ataque , é possível ter acesso as mochilas que estão nas mulas? ou elas vão na frente? Minha ideia era caminhar com pouca coisa nos dias que temos essa possibilidade de não precisar carregar tudo. E já que estaremos em 2, dá para dividir bastante coisa. Obrigada pelas dicas, teu site foi muito útil e inspirador. Beijo

    • Olá, Roberta! As mulas vão na frente, então não é possível acessar a bagagem que fica com elas. Apenas de manhã e ao final do dia, quando se chega ao novo acampamento. Deixe na mochila de ataque o que for precisar durante o dia, na caminhada.
      Muito obrigada pela leitura e pelo seu comentário! Fico feliz em poder ajudar 🙂
      Boa viagem para vocês! Aproveitem muito! Beijos

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