Perrengue é um conceito relativo
Vejo tanta gente deixando de conhecer lugares incríveis, ter experiências maravilhosas, pelo simples incômodo passageiro de uma parte do caminho. Não consigo entender! Para mim, o fim justifica qualquer inconveniente do meio – que dependendo de como se vê (e isso depende apenas de nós mesmos) não é inconveniente nenhum, mas parte do prazer da aventura.
Tudo bem, o que importa é o momento presente. Claro! E continua sendo assim, mesmo com o “perrengue”. As coisas apenas são. É o nosso julgamento delas que faz chamarmos de perrengue, e atribuirmos uma conotação negativa a elas. Aprendizado: aceitação.
E é uma invenção da nossa mente
O que é um ou alguns dias no perrengue? O que isto terá representado para você no fim da sua vida? É disso que você vai se lembrar (do banho que não tomou), ou do cume da montanha que você conquistou? Conforto e mesmice você já tem todos os outros dias do ano – e aposto que eles não te levam a nenhum lugar de muito diferente e interessante…
Aprendizado da história:
O perrengue faz parte da delícia. E na real, o perrengue está na cabeça de cada um. As situações são apenas como elas são, nem boas, nem ruins. Nós é que as julgamos como perrengues, atribuindo uma conotação negativa a elas. Fogem ao conforto sim, e daí?