7 Cantos do Mundo

O dia em que decidimos explorar os 7 Cantos do Mundo – juntos!

Hoje vou contar uma história. Uma história de amor e sonhos.

Já disse Prince Ea em seu vídeo Todo mundo morre, mas nem todo mundo vive:

“Pessoas não escolhem os sonhos; os sonhos escolhem as pessoas”

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Nós apenas tomamos uma decisão: uma vez que ele bate à nossa porta da vida, fingimos que não ouvimos a campainha, ou permitimos que ele entre, convidamo-lo a se sentar em nossa poltrona favorita e oferecemos um cafezinho 😉

A primeira questão, é claro, é descobrir qual é o sonho que nos pertence. Isso dá um certo trabalhinho de auto-conhecimento, não vou mentir; deixemos este tópico para um outro momento, shall we?

E como todo processo que dá trabalho, não foi da noite para o dia que eu descobri qual sonho havia me escolhido. Foi um longo e árduo (e delicioso) caminho! Engraçado que eu já tinha falado despretensiosamente sobre “viajar o mundo” várias vezes – é coisa que muita gente menciona como sendo um ideal, né? O hors concours dos sonhos! Do tipo “Ah, se eu pudesse, eu viajava o mundo!“.

Como assim “Se eu pudesse”? Por que eu (e você e todo mundo) não poderia? Percebi que nem eu acreditava em mim mesma, sabe? “Se eu pudesse…”. Oras, claro que eu posso! Parece tão óbvio agora, mas não era até um tempo atrás.

Trazer isso do plano das ideias ao plano real ocorreu bem depois da primeira vez que este sonho se apresentou à minha porta. Acho que eu não tinha escutado a campainha… 😛

E se você, caro leitor, está lendo isso, de certa forma você já faz parte dele, pois o blog nada mais é do que um reflexo, um espelho da minha realidade. O nome dele não é à toa. É isso mesmo: quero conhecer – não, não – quero explorar, quero viver, quero respirar os 7 Cantos do Mundo! Curtas viagens de férias, com pressa para ser feliz, não me satisfariam… (a menos que eu finalmente descobrisse como viver 250 anos, mas ainda não descobri).

Bom, e já que não é a gente que escolhe os nossos sonhos, você achou mesmo que seria a gente que decidiria como as coisas acontecem? Pff! Tolinho.

A gente não manda em nada por aqui, não! É tudo obra lá do Sr. Universo, sempre arquitetando quais serão as próximas trilhas a se abrirem à nossa frente. E se surgiu “magicamente” um caminho muito bacana na sua vida, você pensa “puxa, que sorte eu tenho”, né? Hum, também. Mas não é bem por aí. Não é uma coincidência. Não existem coincidências.

Se uma trilha muito bacana surgiu “magicamente” na sua vida, significa que: 1) você está preparado para encará-la – é o momento!; mas significa, principalmente, que: 2) você abriu o seu coração e emanou a sua verdade para o Universo, com todo o seu mais puro amor e bondade (que todos nós temos dentro de nós). Em algum momento lá atrás você descobriu a sua verdade e jogou para o ele. Mas – importante – sem se agarrar a esta vontade/desejo com todas as forças, sofrendo de ansiedade; você apenas quis… sem expectativas nem idealizações.

Jogue pro alto e deixe fluir. Uma hora – na hora certa – a coisa vem.

E por que eu estou falando tudo isso??

Porque uma coisa muito bacana aconteceu “magicamente” na minha vida 🙂

E eu sei que eu estava pronta, sei que era o momento. E não, não aconteceu nem um pouco como a minha cabeça maluca imaginou! (Veja bem: imaginou, e não idealizou; imaginar pode). Aconteceu bem diferente, mas diferente não significa ruim, not at all! Se foi assim, e não como eu imaginei, há de haver um motivo.

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Vou morar em Copenhague, na Dinamarca! 😀

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Mas como assim? Do nada? Por que Dinamarca? Viciou em Vikings?

Bom, sim, mas não é por isso hehe

Eu falei que esta era uma história de sonhos e de amor, não foi? Pois é aí que entra a parte principal da novidade: vou com o meu digníssimo companheiro e super parceiro de viagens Alexandre Magno. A parte prática da história: ele teve uma oferta de trabalho irrecusável por lá, e abraçou sem pestanejar (lógico). A parte fofa: nós vamos juntos! 

7 Cantos do Mundo

Abre parênteses para uma breve reflexão/confissão

Esse Sr. Universo é deveras irônico!

Eu nunca imaginei que no meio do caminho em busca do meu sonho fosse surgir uma pessoa com tamanho impacto na minha vida. Logo eu, tão independente e desapegada, tão cheia dos “não vou me apaixonar”.

Mas aí é que está o xis da questão: esse encontro aconteceu justamente no momento da minha vida em que eu estava mais exalando, irradiando, transbordando de amor! Por tudo: pela vida, pelas coisas, pelas pessoas ao meu redor, pelas viagens e, principalmente, por mim mesma. Eu estava me amando muito!

E quando a gente se ama muito, se sente completa e é feliz sozinha, a gente atrai o amor de outra pessoa que também é assim. É tipo um encontro cósmico! Uma coisa transcendental! Pois não são duas metades que se completam. São dois inteiros que se somam. E o resultado disso é muito maior do que a soma das partes. É algo único, uma terceira entidade híbrida. Um Mastermind! E dela também nascem sonhos híbridos

Fecha parênteses.

“Um sonho que se sonha junto é realidade”

Já dizia o grande mestre Raulzito.

Eu não ia me apaixonar por alguém que não fosse minimamente maluco pra topar uma parada doida como projeto de vida. Não teria como! E juntando as nossas loucuras, cada um à sua maneira, nasceu um sonho híbrido.

Ele não é nem aquilo que eu imaginei inicialmente (uma viagem mucho crazy no melhor estilo hipponga-bicho-grilo-caroneiro-doidão – o que não significa que eu ainda não vou fazer isso um dia, pois muito me agrada a ideia), nem o extremo oposto disso (de, sei lá, fazer coisas estranhas como casar e comprar um apartamento parcelado em 30 anos, por exemplo).

É um caminho do meio. A filosofia do equilíbrio não tem muito erro, né?

Resumindo

É isso aí: nós vamos virar parceiros pra valer e cair no mundo juntos.

Primeira parada: Dinamarca – e obviamente vamos rodar os países nórdicos e o resto da Europa! \o/

Depois? Só o Sr. Universo sabe. Mas o importante é que este é o primeiro passo mais real e concreto para explorarmos, de verdadinha, os 7 Cantos do Mundo! 🙂

E se o blog é uma mera extensão virtual dos meus projetos reais, e o Alê agora é parte total destes projetos, nada mais justo do que incluí-lo oficialmente no blog, não é mesmo? Ele topou, e, quando quiser, vai dar suas contribuições por aqui.

Ele acabou de chegar em Copenhague – na verdade escrevi este post enquanto ele voava hehe – e eu vou me juntar a ele dentro dos próximos meses. Aguardem cenas dos próximos capítulos!

É real. Está acontecendo. E é só o começo.

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Laura Sette

Sou paulistana, bióloga, viciada em viagens, trilhas, livros e café, curiosa incansável e nerd assumida. Considero-me uma eterna aprendedora, e estou em constante busca da minha melhor versão. Acredito no poder transformador do autoconhecimento, e que, com amor e verdade, somos capazes sim de mudar o mundo! Moro atualmente na Dinamarca, como parte do grande plano de conhecer os 7 Cantos do Mundo.

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